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  • Filipe Hirota

ERRE, mas erre rápido!

Atualizado: 1 de Set de 2020

Dizemos com frequência que “errar é humano”, isso de certa forma nos consola e nos abriga diante de circunstâncias difíceis e frustrantes.

Mas até que ponto os erros são aceitáveis? Afinal, todo erro tem um preço, seja ele em termos de: dinheiro, tempo, saúde ou relacionamentos.

Quanto “custa” cometer esse erro?

Quanto você realmente pode aprender com ele?

Sabe os riscos que corre, ou está sendo ingênuo?

É um erro controlável, ou um erro fatal?

São perguntas pertinentes que poucas pessoas fazem antes de uma decisão, e isso pode “custar caro” em caso de fracasso.

Sim, errar é humano, afinal, o futuro é incerto, e não conseguimos ter certeza absoluta das consequências de nossas decisões. A vida, por si só, é uma sequência de erros e acertos.

No entanto, existem formas de mitigar e reduzir os impactos dos seus erros para que, na média, você saia no positivo na relação “risco x retorno” das decisões.

E uma delas é: “ERRE RÁPIDO!”

Errar rápido é uma forma mais “inteligente” de errar, pois se trata de uma estratégia “antifrágil” (pesquise por Nassim Taleb, caso não conheça esse termo).

Cometer pequenos erros, de forma rápida, permite que você evite um impacto muito grande caso tome decisões que não deem certo (erro fatal), e ainda gera uma taxa maior de aprendizagem, pois ao errar rápido, você também aprende rápido, e ajusta rápido.

Demorar muito para errar, pode levar a caminhos sem volta, sem possibilidades de correção e, por mais que você aprenda com o erro, já poderá ser tarde demais para aplicar o aprendizado.

Essa prática vale para qualquer tipo de processo decisório, seja na sua empresa ou na sua vida pessoal.

Erre rápido!


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